segunda-feira, 24 de novembro de 2008

I Feira de Multimídia e Hipermídia


O curso de Sistema de Informação da FTC unidade de Jequié promoveu no dia 21 a I Feira de Multimídia e Hipermídia na Pça Ruy Barbosa.

“O objetivo do evento é mostrar para a comunidade as novidades da área da informação como: vídeo games, links, entre outros”, explica o Professor Marcio Henrique, coordenador do curso.
Para Renato Melo, graduando do 7º semestre, “o evento é para quebrar o mito que a população tem das novas mídias e onde podemos mostrar os trabalhos desenvolvidos por nós na faculdade.”

"Iniciativas como esta são importantes e deveria acontecer mais vezes", ressalva Valdemir Vidal, funcionário público.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Apresentação de trabalhos

III Seminário de Pesquisa e Extensão Veja quem estava lá!

III Seminário de Pesquisa e Extensão - continuação

Palestrantes da abertura do III SPE explanaram sobre “Ensino superior e mercado de trabalho: desafios da formação profissional”.

Moderados pelo professor Fábio Mansano (FTC/UESB), os professores Joel Nascimento Andrade Junior (FTC/SEBRAE) e Fernanda Moreira (IEL) foram instigados pelo moderador a posicionarem-se diante da responsabilidade que tem o intelectual de responder as questões impostas pelo seu tempo, e mais, de dar um retorno à sociedade. Para o professor Fábio muito se espera da academia.

Fernanda Moreira fala de mudanças e competitividade.

A primeira palestrante da noite de abertura do III SPE da FTC, unidade de Jequié, deixou claro que as mudanças permeiam todos os setores da sociedade. Ela utilizou como exemplo o desenvolvimento tecnológico e a facilidade, cada vez maior, de acesso às novas tecnologias. A professora caracterizou o profissional contemporâneo como polivalente e envolto em um mercado de alta concorrência e competitividade. Ainda defendeu, como representante do IEL, que o estágio é uma ferramenta muito importante, é uma oportunidade de ir da teoria à prática. A convidada defendeu a transição da era dos empregados para a realidade dos empregáveis, na perspectiva de que as mudanças não permitem mais aos profissionais “serem”, e sim “estarem”. Finalmente afirmou que não existe uma receita pronta para o sucesso, mas disse acreditar no profissional que é apaixonado pelo que faz.

A derrubada do mito “Faculdade, emprego e aposentadoria”.

Em sua participação na abertura do III SPE da FTC, unidade de Jequié, o professor Joel Nascimento também se baseou nas mudanças, em sua opinião, inevitáveis. Ele relembrou que há trinta anos o grande sonho era se formar, obter um bom emprego e por fim se aposentar. Só que, segundo o palestrante, hoje o diploma não é mais sinônimo de empregabilidade, pois vivemos num mercado altamente competitivo e mutante. Em sua opinião o papel da instituição de ensino superior é indicar o caminho para que o futuro profissional chegue ao tesouro: as informações corretas. Joel concordou com Fernanda sobre não existir uma receita pronta para o sucesso, mas deixou algumas recomendações: necessidade de conhecimento básico em informática; domínio de pelo menos três línguas; facilidade de comunicação e capacidade de trabalhar em equipe. Por trabalhar no SEBRAE na área de empreendedorismo disse acreditar que em qualquer área o profissional pode optar por empreender ao invés de se acomodar com um “bom emprego”.

III Seminário de Pesquisa e Extensão

A arte presente no III Seminário de Pesquisa e Extensão (SPE) da FTC, unidade de Jequié.

Como prelúdio da abertura dos trabalhos do III SPE, apresentou-se na noite do dia 19/11 no auditório do Colégio Estadual Modelo Luís Eduardo Magalhães, a discente do I semestre do curso de Psicologia Sayonara Leão. A interprete e compositora tocou e cantou um repertório misto de MPB e algumas de suas próprias canções.
Ensino, pesquisa e extensão: a tríade do ensino superior.

Em sua terceira edição o SPE da FTC, unidade de Jequié, reafirma mais uma vez os objetivos primordiais de um curso superior, quais sejam o ensino, a pesquisa e a extensão. Os professores, pós-graduados, compartilham com os alunos o vasto material teórico disponível e a experiência acumulada no desempenho da atividade docente. Juntos, professores e alunos sacam as suas inquietações e questionamentos, debruçando-se na busca dos “porquês” e das soluções. E, enfim, envolvem a comunidade ao seu entorno, não só como cobaia, mas sobretudo como parceira, materializando o terceiro pilar: a extensão.

Diretor Geral da FTC, unidade de Jequié, resume o objetivo do III SPE

O professor José Carlos Martins Oliveira sintetizou em seu discurso de abertura o objetivo do III SPE: apresentar a produção científica da unidade de Jequié. O diretor fez questão de ressaltar que o ensino superior de excelência não pode ficar restrito aos muros da instituição, precisa alcançar além muros. Finalizou parabenizando os verdadeiros responsáveis pelo sucesso do seminário: os coordenadores dos cursos, os professores, os alunos e toda equipe administrativa envolvida direta e indiretamente no evento.

Dia da Consciência Negra

Quando em 13 de Maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, concretizou-se no Brasil a abolição dos escravos. Entretanto, desde 1850, com o fim do tráfico negreiro e anos mais tarde com a Lei do Ventre-Livre, que determinava que filhos de escravos fossem livres; e a Lei dos Sexagenários, que concedia liberdade aos mais velhos de 65 anos; o Brasil e todo o mundo passavam por uma fase abolicionista que muito significou para os acontecimentos de 1888. Libertados pela Lei Áurea, os negros, mulatos e mestiços, não mais teriam que se subjugarem ao mando dos brancos e poderiam viver em liberdade.

Entretanto, até que ponto chegou essa liberdade? Até que ponto o Brasil, que um ano mais tarde se tornaria uma Republica, abraçou a causa abolicionista e entendeu o conceito de igualdade entre raças?

Não sei se podemos falar em conceito de raças e igualdade entre as mesmas para definirmos o que ocorreu no final do século XIX. O fato é que mesmo após a Lei Áurea, os negros não foram libertados, pois se tornaram escravos de sua condição racial e social. A Lei que, supostamente libertaria escravos, não fez com que eles fossem incluídos na sociedade, pelo contrário, não lhes deu nenhuma condição de trabalho e de vida. Além disso, os negros do final do século XIX ainda tiveram que conviver com uma realidade que perduraria muito tempo: o preconceito.

Muitos negros e mestiços são colocados a margem da sociedade e fazem parte de estatísticas que revelam a baixa qualidade de vida dessa parcela da população. A falta de oportunidade e a baixa qualidade do ensino público – este que atinge, sem distinções, a maioria da população pobre do Brasil – são fatores que atrapalham o desenvolvimento econômico e a inclusão social e democrática em nosso país. A questão das cotas nas universidades, mesmo que ainda seja muito discutida por não resolver, de fato o problema do Ensino no Brasil, é um primeiro passo para a democratização e para a discussão desse problema que tanto faz parte de nosso dia-a-dia.

Devemos abolir o preconceito, em todas as suas formas. Todo tipo de discriminação deve ser condenada e entendida como crime. Esse tipo de atitude, não só denigre a imagem e a vida de nossos semelhantes, como também nega uma diversidade que é de suma importância para a formação de nossa cultura e de nossa identidade. Somos todos iguais e temos direitos iguais, independente de nossa cor, crença ou escolhas pessoais. A luta pela igualdade é de todos nós.

Parabenizamos e agradecemos a todos os negros e mestiços, descendentes daqueles que muito lutaram e muito sofreram pela construção desse país e sem os quais nunca poderíamos ter essa identidade e cultura que muito nos enriquecesse e nos orgulha.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O Papel do Ensino Superior no Desenvolvimento Locorregional

Este foi o tema de mais um seminário de Pesquisa e Extensão da FTC-Jequié. Com o incentivo de agregar os estudantes de todos os cursos, a FTC proporcionou este encontro no auditório do colégio Modelo. Na oportunidade os Professores Joel Nascimento (FTC/SEBRAE) e Daniele Raic (UESB) discutiram o tema sendo mediados pelo ilustre prof. Fábio Mansano (UESB/FTC).

Para os estudantes da instituição, este é um momento único, pois além de incentivar a pesquisa e extensão, trouxe confraternização para colegas que com o corre-corre das aulas diárias não podem se encontrar.
O Seminário se estenderá até dia hoje quinta-feira(20) com palestras e mini-curso na instituição e será aberto à toda comunidade Jequieense.

Dia Nacional da Consciência Negra



Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.


Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos
foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.


Em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.


"O dia é resultado de uma série de mobilizações do movimento negro para ressaltar não apenas as contribuições culturais que os negros trouxeram ao país, mas para trazer à tona a reflexão sobre o papel de protagonismo que a população negra ocupou em nossa história. Muitas vezes as pessoas não lembram que os negros vieram de um continente já civilizado e, portanto, nos trouxeram um conjunto de saberes que não eram dominados pelos europeus", diz Giovanni Harvey, sub-secretário de Política e Ações Afirmativas da Seppir, ao G1.Segundo Harvey, um dos objetivos do Dia da Consciência Negra é tirar do foco apenas a lembrança da abolição da escravatura, celebrada em 13 de maio, para ressaltar os feitos da população negra, sintetizado na figura do Zumbi dos Palmares. O feriado da Consciência Negra não é nacional e será adotado em mais de 300 cidades.




Extraido de: Imirante e Unificado




terça-feira, 18 de novembro de 2008

Projeto Juventude Cidadã


O Projeto Juventude cidadã, vem beneficiar Jequié. Durante cinco meses serão ministrados três cursos: administração, construção civil e telemática. Onde os beneficiários receberá uma ajuda de custo. A inscrição está sendo feita no SAC – Jequié sala do sineBahia até a sexta-feira(21). Atendendo Jovens de 16 a 24 anos que nunca tiveram a carteira assinada e que estão desempregados, e o pré- requisito essencial é que o estudante esteja matriculado na rede publica de ensino.

sábado, 15 de novembro de 2008

População ajuda apagar fogo em Aiquara.

Depois de Jequié, agora foi à vez de Aiquara sofrer com queimadas, por causa do tempo quente e temperaturas altas.



As chamas chegaram a beira da estrada e isso facilitou no controle .




Por volta das 13h30min de hoje o disparo de um rojão provocou um incêndio em uma fazenda que fica nos arredores a cidade, a população se reuniu pra combater as chamas e usando galhos de árvores, baldes de água e enxadas. Menos de dez minutos as chama já queimava quase uma hequitare de mato seco, muita gente entrou no mato pora controlar as chamas.



As chamas não focaram muito altas porque foram controladas a tempo e não houve muitos prejuízos porque o gado foi tirado antes das chamas se espalharem, pelo administrador da fazenda. Depois de uma hora o incêndio foi totalmente controlado. esse acidente serve como exemplo para que outras pessoas não soltem fogos de artificios e nem balões.